Jalapão – Cachoeira do Formiga

Embora não tenha uma queda alta, a Cachoeira do Formiga chama a atenção dos visitantes com suas águas cristalinas em tons verdes e azuis. Para quem vai por conta própria, o ideal é alugar um carro maior, com tração 4×4, já que o acesso é feito por estrada de terra. Outra opção é contratar um passeio guiado, que parte de Palmas e inclui os principais atrativos da região.

Reservar este passeio

O Tour pelo Parque Estadual do Jalapão pode ser feito de três a seis dias, sendo que a visita à cachoeira está inclusa até mesmo na opção mais curta. A vantagem de contratar um passeio é que você não precisa organizar nada. Em contrapartida, não se tem liberdade para fazer a própria programação. Eu mesmo teria dedicado mais tempo para ficar ali de bobeira, curtindo o contato com a natureza.

Estacionamento pago

Assim como boa parte dos pontos turísticos da região, essa cachoeira fica dentro de uma propriedade privada. Existe uma cobrança de acesso por pessoa e taxa para acampamento. Para informações sobre os valores atuais, horários de funcionamento, agendamentos e reservas, recomendo acessar a página oficial. Após deixar o carro no estacionamento, aproveitei para usar o banheiro.

Loja de produtos locais

Antes de ir para a cachoeira, ainda dei uma olhada na loja de artesanato que fica próxima à entrada. Minha recomendação com relação a esses produtos é comprar logo o que interessar, pois você pode não encontrar os mesmos itens em outros lugares. Essa área também conta com um restaurante, ideal para quem vai passar mais tempo ou pega a hora do almoço por lá.

Pequena trilha

Falando em alimentação, eu recomendo levar um lanche leve e bastante água para qualquer passeio feito na região, pois nem todos os lugares possuem essa estrutura. Com o calor característico do cerrado, também é importante usar roupas leves e acessórios como chapéu/boné e óculos escuros. O acesso à cachoeira é feito por uma trilha curta em passarela de madeira, que não leva nem dez minutos. Eu recomendo usar chinelo ou sapatilhas aquáticas, que servem tanto para caminhada quanto para entrar na água.

Pequena queda d’água

Uma dica importante para aproveitar melhor o passeio é ir na estação seca, que vai de maio a setembro. O clima mais estável faz com que as estradas de terra sejam mais acessíveis. Eu fui em junho, quando não está mais chovendo, mas a natureza ainda está exuberante e os rios cheios. Nos meses seguintes, a vegetação fica mais seca e o volume de água diminui. Obviamente, a alta temporada atrai mais turistas, tornando difícil evitar os grupos de turistas e quase impossível tirar fotos sozinho.

Água cristalina

A queda d’água é realmente muito pequena, mas vem com bastante força. Para chegar até ela, eu tive que dar a volta pelas laterais, já que ir nadando contra a correnteza pelo centro se mostrou uma tarefa muito cansativa. Mas o esforço vale a pena, com a cachoeira funcionando como uma banheira de hidromassagem natural. Algumas pessoas vão até lá somente para ver a cachoeira, mas eu recomendo muito entrar na água. Com o calor que faz durante o dia, o banho é agradavelmente refrescante e a temperatura da água é amena. Obviamente, é preciso levar roupa de banho e toalha.

Banho de cachoeira

Com relação ao banho, é importante seguir a orientação de não passar protetor solar ou repelente para não contaminar a água com produtos químicos. Eu usava antes de sair para o passeio, dando tempo para a pele absorver o produto. Um item muito recomendado é a capa à prova d’água para celular de qualidade, pois a transparência do rio permite tirar fotos subaquáticas fantásticas. Eu tinha também uma máscara de snorkel que usei nesse e em outros atrativos da região. Para quem não sabe nadar ou não quer fazer esforço para boiar, as alternativas são ficar nas laterais para se apoiar ou levar um colete salva-vidas ou bóias.

<iframe src=”https://www.google.com/maps/d/u/1/embed?mid=1BhIjUaHWaGFA9WMaZGKz8uocmn6_c8U&ehbc=2E312F&#8221; width=”800″ height=”600″></iframe>

No mapa interativo acima eu coloquei esse e os demais atrativos que visitei na região. Eu recomendo dar uma olhada para ter uma noção melhor de como estão distribuídos os pontos turísticos, a distância entre eles e a necessidade de sair da estrada principal para chegar ao destino. Isso é particularmente importante para quem vai fazer a viagem por conta própria.

Para esse passeio, é possível usar como base duas comunidades com boa estrutura. Mateiros é a mais próxima, fica a 34 km de distância. São Félix do Tocantins também é um bom ponto de partida, a 58 km dali. Ambas possuem boas opções de hospedagem e levam até a cachoeira pela rodovia TO‑110.

Deixe uma resposta